A vida é um sem fim ininterrupto,
Pelas formas que nos faz sentir,
Por tudo o que nos faz passar.
E quando pensamos que já acabou,
Ela mostra-nos que limites foram feitos,
Para serem quebrados.
Não haverá musica que defina
Choro que sustente,
Riso que aguente.
A mais bela poesia nasce de nós,
Dos nossos devaneios,
Do nosso coração.
Não tem forma de dizer,
O sentimento torna-se mais forte
E o poema perde-se numa palavra.
Por mais que escrevamos,
Nunca nos sentimos saciados
Por mais que respiremos,
Não nos sentimos vivos.
De influencias alheias,
De uma lágrima derramada,
O sorriso prevalece,
E a mente? Padece (…)
-chego ao céu, olho a volta e encontro-me rodeado de perfeição, fecho so olhos abro os braços e liberto-me, atirem a matar sobre mim, façam de mim quem nunca fui, façam do que restar de mim algo que valha a pena.
-abro os olhos, acordo deitado num duro e frio chão, coberto de pó como se ali estivesse a mil anos, onde o meu coração, o meu pensamento tornara-se obsoleto, pensei que era diferente, pensei que fosse tornar as coisas diferentes do que elas são, mas o que muda é a forma como vemos, o que elas são nada as altera, nos fazemos história, mas pensando bem a história foi para ser feita, assim como que nós temos voz para cantar, olhos para não ver, nariz para sentir, e mãos para alcançar, o que nunca queremos alcançar, o que nos supostamente retrai em mil pedaço, tolos de pura ignorância, loucos pelo sua mágoa, delírios de um poeta, são apenas algumas das forma que usei, uso e usarei para atingir o que nenhum de vocês talvez consiga atingir, não o topo, mas o fundo do poço, de onde farei escuridão luz para os meus olhos, do frio calor para o meu coração, do vazio lugar do meu pensamento.
-de que te vale teres uma mente forte, se o coração é fraco? De que vale esta pergunta se não a vais ligar, de que valem estas palavras se não te esforças por percebe-las? É engraçada a forma como cais se já estás no fundo, a forma como voas se já ultrapassaste o que havia para ter ultrapassado, promessas quebradas, falsos juramentos, coração reduzido, torna qualquer um num estado em que o seu valor torna-se nulo, não vale nada, torno-me em mil pedaços de pedras, numa areia escura, num pó baço, numa rajada de vento fui-me.
-acordei hoje, que coisa fantástica, mais valia acordar nunca, mais valia ser para sempre cego, mais valia ser surdo e não ouvir nada, mais valia ser mudo e não dizer nada, porque um passo segue o outro se um erra o outro cai, nem nos podemos julgar pelo que queremos ser, somos julgados pelo erro que cometemos, pelo facto que omitimos, até pela lágrima que derramamos somos julgados, até que chega a um ponto em que o valor de ser julgado acaba, termina, toma um ponto final.
-de que nos serve precaver-nos de uma vida que tem um fim, um médio, e um inicio, serei a história de uma mente no futuro, ou a galhofa de alguém no presente, ou o sonho de uma criança no passado, tudo tretas de um velho louco, ou esperanças de um adolescente apaixonado pela vida, traído pela amizade, forçado a amar, são tudo fases da criação do teu “eu”, do meu, de todos, é agora que criamos o nosso amanha do futuro, sem de forma alguma pensar nele, vivendo o agora como o fim de um fenómeno chamado vida.
-dizem para não fazer isto, para não fazer aquilo, dizem que aquilo é mau e isto é bom, que eu tenho medo, que os outros tinham razão, toda a santa palavra deitado boca a fora reclama sobre os nossos actos, dizem que é mau sem nunca verem, dizem que é bom se se aperceberem, dizem que não serve sem sentirem, dizem que ultrapassa sem observarem que loucas são as ideias, não por quem as pensou, mas sim por quem as julga.
-quero morrer, quero ser feliz, quero chorar, quero sorrir, quero sonhar, quer ser livre, quero me aprisionar, quer sentir o vento na minha cara, quero sentir o calor da manhã de verão, quero sorrir perante o por do sol, quero ter um fim, quero fazer valer o principio, quero repetir o presente, quero reviver o que nunca esqueci, quero ultrapassar os meus limites, quero ser quem nunca fui, quero fazer o que nunca fiz, quero pensar sobre o que nunca pensei, quero cantar, quero viajar, quero amar, quero ser reconhecido, quer ser bom em algo, quero escrever livros e livros, ou talvez simples textos para mim mesmo, ou talvez textos para todos, quero dar tudo de mim, e ficar com nada de todos, quero sentir que aquele momento fez valer a pena, que fiz por ele acontecer, que apareceu só por si, que tinha de acontecer.
-pensando bem, quem quero eu enganar, isto são apenas frustrações de quem ama, de quem sofre, de quem levou com a vida em cima, e pá como digo isto é que nem sei dizer o quanto patético é quem pensa deste jeito, de quem escreve para pensar que fará a diferença, de quem julga que a vida é isto e não passará disto. Pensa bem mal, mas a vida foi feita para ser vivida ou seja por meio de uma acção, o pensamento é relativo.
-são estas coisas que fazem de mim quem sou, que me definem, que brotam do fundo do meu coração, que marcam os meus dias, os bons e os maus, será por ter tudo que me sinto vazio, ou será que me faltará algo mais mesmo… não sei, viverei todos os dias como o ultimo e se não viver menos mal, acordarei sempre no amanha com a merda de um sorriso nos lábios com o olhar de sempre, valendo o brilho ou não, onde poucos ou quase ninguém consegue sequer imaginar o que irá em algo assim, o que acontecerá com algo feito para ser assim ou alterado pelo produto final de um começo, mas ao escrever tudo isto chego a conclusão que só preciso de mil palavras para ficar completamente “vazio” que a minha vida resume-se a palavras, actos acções, pensamentos, e não a furor, tristeza, alegria, risos, lágrimas.
-deito-me na cama e choro sem saber porque lágrimas sem motivos, talvez porque ainda hoje estou vivo, porque amo ser diferente, ou por querer ser mais do que alguma vez serei, fugir a excepção, quebrar todas as regras, seguir todos os não caminhos, criar o meu próprio destino, enumerar cada passo como o utimo…
-abro os olhos, acordo deitado num duro e frio chão, coberto de pó como se ali estivesse a mil anos, onde o meu coração, o meu pensamento tornara-se obsoleto, pensei que era diferente, pensei que fosse tornar as coisas diferentes do que elas são, mas o que muda é a forma como vemos, o que elas são nada as altera, nos fazemos história, mas pensando bem a história foi para ser feita, assim como que nós temos voz para cantar, olhos para não ver, nariz para sentir, e mãos para alcançar, o que nunca queremos alcançar, o que nos supostamente retrai em mil pedaço, tolos de pura ignorância, loucos pelo sua mágoa, delírios de um poeta, são apenas algumas das forma que usei, uso e usarei para atingir o que nenhum de vocês talvez consiga atingir, não o topo, mas o fundo do poço, de onde farei escuridão luz para os meus olhos, do frio calor para o meu coração, do vazio lugar do meu pensamento.
-de que te vale teres uma mente forte, se o coração é fraco? De que vale esta pergunta se não a vais ligar, de que valem estas palavras se não te esforças por percebe-las? É engraçada a forma como cais se já estás no fundo, a forma como voas se já ultrapassaste o que havia para ter ultrapassado, promessas quebradas, falsos juramentos, coração reduzido, torna qualquer um num estado em que o seu valor torna-se nulo, não vale nada, torno-me em mil pedaços de pedras, numa areia escura, num pó baço, numa rajada de vento fui-me.
-acordei hoje, que coisa fantástica, mais valia acordar nunca, mais valia ser para sempre cego, mais valia ser surdo e não ouvir nada, mais valia ser mudo e não dizer nada, porque um passo segue o outro se um erra o outro cai, nem nos podemos julgar pelo que queremos ser, somos julgados pelo erro que cometemos, pelo facto que omitimos, até pela lágrima que derramamos somos julgados, até que chega a um ponto em que o valor de ser julgado acaba, termina, toma um ponto final.
-de que nos serve precaver-nos de uma vida que tem um fim, um médio, e um inicio, serei a história de uma mente no futuro, ou a galhofa de alguém no presente, ou o sonho de uma criança no passado, tudo tretas de um velho louco, ou esperanças de um adolescente apaixonado pela vida, traído pela amizade, forçado a amar, são tudo fases da criação do teu “eu”, do meu, de todos, é agora que criamos o nosso amanha do futuro, sem de forma alguma pensar nele, vivendo o agora como o fim de um fenómeno chamado vida.
-dizem para não fazer isto, para não fazer aquilo, dizem que aquilo é mau e isto é bom, que eu tenho medo, que os outros tinham razão, toda a santa palavra deitado boca a fora reclama sobre os nossos actos, dizem que é mau sem nunca verem, dizem que é bom se se aperceberem, dizem que não serve sem sentirem, dizem que ultrapassa sem observarem que loucas são as ideias, não por quem as pensou, mas sim por quem as julga.
-quero morrer, quero ser feliz, quero chorar, quero sorrir, quero sonhar, quer ser livre, quero me aprisionar, quer sentir o vento na minha cara, quero sentir o calor da manhã de verão, quero sorrir perante o por do sol, quero ter um fim, quero fazer valer o principio, quero repetir o presente, quero reviver o que nunca esqueci, quero ultrapassar os meus limites, quero ser quem nunca fui, quero fazer o que nunca fiz, quero pensar sobre o que nunca pensei, quero cantar, quero viajar, quero amar, quero ser reconhecido, quer ser bom em algo, quero escrever livros e livros, ou talvez simples textos para mim mesmo, ou talvez textos para todos, quero dar tudo de mim, e ficar com nada de todos, quero sentir que aquele momento fez valer a pena, que fiz por ele acontecer, que apareceu só por si, que tinha de acontecer.
-pensando bem, quem quero eu enganar, isto são apenas frustrações de quem ama, de quem sofre, de quem levou com a vida em cima, e pá como digo isto é que nem sei dizer o quanto patético é quem pensa deste jeito, de quem escreve para pensar que fará a diferença, de quem julga que a vida é isto e não passará disto. Pensa bem mal, mas a vida foi feita para ser vivida ou seja por meio de uma acção, o pensamento é relativo.
-são estas coisas que fazem de mim quem sou, que me definem, que brotam do fundo do meu coração, que marcam os meus dias, os bons e os maus, será por ter tudo que me sinto vazio, ou será que me faltará algo mais mesmo… não sei, viverei todos os dias como o ultimo e se não viver menos mal, acordarei sempre no amanha com a merda de um sorriso nos lábios com o olhar de sempre, valendo o brilho ou não, onde poucos ou quase ninguém consegue sequer imaginar o que irá em algo assim, o que acontecerá com algo feito para ser assim ou alterado pelo produto final de um começo, mas ao escrever tudo isto chego a conclusão que só preciso de mil palavras para ficar completamente “vazio” que a minha vida resume-se a palavras, actos acções, pensamentos, e não a furor, tristeza, alegria, risos, lágrimas.
-deito-me na cama e choro sem saber porque lágrimas sem motivos, talvez porque ainda hoje estou vivo, porque amo ser diferente, ou por querer ser mais do que alguma vez serei, fugir a excepção, quebrar todas as regras, seguir todos os não caminhos, criar o meu próprio destino, enumerar cada passo como o utimo…
Subscrever:
Mensagens (Atom)