Comecei a pensar em como nossas qualidades são subtis.
Esforçamo-nos tanto para parecermos perfeitos, mas é necessário apenas um deslize ao de leve que mostre a pontinha dos nossos defeitos para que nos tornemos seres completamente errados.
E isso serve para inúmeros aspectos da vida. Em qualquer lugar e circunstância existe a presença desse preconceito.
Nas relações amorosas, na escola, no trabalho, na vida em geral, e até mesmo na poesia. Os poetas não podem errar. Suas poesias são todas meramente calculadas, corrigidas centenas de vezes, eram planeadas...
Mas estes poetas tinham um defeito, não usavam o mais importante da poesia, o coração. Que escreve com o coração escreve poesia porque poesia e uma mera palavra dita com sentimento e descrita no papel como uma emoção única.
O que é uma poesia planeada? Poesia, no meu conceito, vem do coração! A poesia é exactamente os nossos defeitos expostos através de palavras num papel.
Estes poetas tinham um defeito, não usavam o mais importante da poesia, o coração. Quem escreve com o coração escreve poesia porque poesia e uma mera palavra dita com sentimento e descrita no papel como uma emoção única.
Não sei vocês, mas eu não consigo imaginar um mundo sem defeitos. Imaginem se fôssemos todos perfeitos, se só tivéssemos qualidades... que tédio seria.
E afinal, o que seria a vida sem um pouco de defeito? Sem ciúmes, sem luxúria, sem stress, sem preguiça... São esses factores da vida com as quais temos de conviver... e que se tornariam muito mais interessantes se pudessem ser reconhecidos, e se tornarem engraçados, possíveis de se conviver...
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